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Raízes do negativismo humano - Parte 2

Terça-feira, Maio 22nd, 2007

Continuando com o assunto abordado - o Negativismo Humano - vamos refletir um pouco sobre os sentimentos negativos que nos acompanham desde muito cedo: inveja e insegurança.

Desde que somos bem pequenos, somos condicionados de uma maneira catastrófica emocionalmente falando. Essa opressão negativa nos sufoca desde a mais tenra idade, gerando inúmeros desequilíbrios emocionais e psicológicos no ser adulto.
A família negativista – pai e mãe sempre falando em dívidas e problemas – num clima constante de stress. O que se pode esperar de uma criança crescendo em tal ambiente? Apenas o reforço, cada vez mais forte, ao negativismo pessoal, familiar, e, de uma maneira mais ampla, ao negativismo da egrégora Terrestre.

Lembre um pouco de quando você era criança; provavelmente você se identificará.

Você - uma criança como qualquer outra - vê algo que seu coleguinha tem e gostaria muito de ter também. Mas você é ensinado que não pode ter isso - geralmente por causa de dinheiro. Então começa a inveja, inconformismo, “por que ele tem, e eu não posso ter?”.

Isso vai crescendo e se transformando em insegurança – pois o que é insegurança? É algo que você sente faltar, e por isso não está seguro. Falta de beleza, falta de sociabilidade, falta de traquejo social, falta de amigos, falta de personalidade, falta de conhecimento, falta de amor, falta de dinheiro, etc. A partir da insegurança, a negatividade se instala com força ainda maior, pois passamos a não acreditar em nosso potencial. Pensamos que apenas aqueles que possuem o que nos falta conseguirão alcançar o objetivo que desejamos. É aquele emprego (ah, fulano vai conseguir porque é filho de alguém importante); aquele parceiro (ah, ele vai preferir Fulana porque ela é mais bonita); aquela viagem (ah, não temos dinheiro… boa é a vida de Fulano, que viaja todo ano); etc, etc etc…

Entretanto, hoje acredito que estamos mais perto da utopia de Nietzsche, o Super-Homem. Nossas crianças de hoje podem ser grandes homens amanhã, se nos dedicarmos a ensiná-las a magia da Lei da Atração. De maneira a trabalhar seus potenciais desde bem cedo, e não permitir que a negatividade se instale com tamanha força como acontece com a maioria de nós. A criação é um fator decisivo na estrutura emocional do homem, e precisamos traçar as melhores maneiras de fazer isso com nossos filhos.

Raízes do negativismo humano - Parte 1

Segunda-feira, Maio 21st, 2007

O Ser Humano possui uma negatividade inegável: somos sempre atormentados por uma série de pensamentos de teor negativo, e ao menor sinal de transtorno em nossas rotinas, temos logo uma tendência a gerar idéias negativas – um ente querido que se atrasa, e logo pensamos que pode ter acontecido algo de ruim; uma ligação inesperada, e logo pensamos se tratar de uma cobrança; um comportamento diferente do companheiro, e logo pensamos que está fazendo algo indevido.

É comum vermos pessoas que parecem paranóicas acerca dos acontecimentos de suas vidas, em uma relação de pessimismo crônica. Sempre me recordo da minha avó, que quando fazia o almoço, em vez de perguntar se a comida estava boa, perguntava “Ficou muito ruim?” – um exemplo clássico de comportamento negativista crônico! E essas pessoas ainda procuram justificar seus comportamentos com a idéia de que assim ficam preparadas para o pior. Mas será?

Vamos nos lembrar um pouco de casos reais das nossas vidas: quem nunca conheceu uma pessoa hipocondríaca? Não precisa nem ser uma pessoa comprovadamente hipocondríaca – veja em sua família, sempre há uma tia, ou um tio, um avô, seja lá quem for, que, sempre que encontra você, quer falar sobre doenças. Esse tipo de pessoa existe aos montes por aí. É a Vítima Biológica - o doente permanente, fraco, vulnerável. Estão sempre com algum problema de saúde, comprando remédios, e quando melhoram de uma coisa, aparece outra doença nova.

Agora imagine uma pessoa que seja o completo oposto da Vítima Biológica. Você também deve conhecer alguém assim. Alguém que quando você encontra, se sente até mais vitalizado. Uma pessoa positiva, que conversa sobre coisas agradáveis, que não demonstra seus problemas (essas pessoas também tem problemas, claro! Mas não precisam ficar dividindo com todos, certo?), não o aborrece com assuntos negativos.

Se você estivesse com uma idéia inovadora, acabada de nascer em sua mente fértil, um projeto novo; com qual dos dois indivíduos acima você gostaria de conversar?

É muito importante estarmos sempre atentos aos nossos sentimentos. Todos sabemos que as emoções negativas são uma barreira para nossas realizações – e aqui não trata-se apenas de pensar negativamente. Tratam-se de emoções, sensações como: inveja, egoísmo, vaidade, ódio.

Não se trata apenas de pedir, de desejar, mesmo que seja com muita vontade. Essas energias negativas têm de ser trabalhadas, pois correspondem a uma grande barreira para nós. E a dificuldade é que estamos habituados a essas sensações, fomos treinados desde muito pequenos a senti-las.

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