O Gato Zorro
Julho 16th, 2007 por erika
Bom, para quem ainda não sabe, aqui no site mantenho um livro online, “O Segredo de Casimiro“. Tudo isso começou há 1 ano e meio atrás, eu estava de férias e resolvi escrever um conto. Mais tarde, resolvi dar continuidade a esta estória, pois tinha tudo a ver com O Segredo (quando escrevi, ainda não conhecia a Lei da Atração conscientemente).
Estou escrevendo este livro com muito carinho, e minha meta é publicá-lo de verdade quando finalizar. Então, para quem ainda não conhece, vou colocar aqui um trecho de um dos capítulos do livro. Hoje estão online já 04 capítulos, estou trabalhando no quinto e sexto capítulos, e espero publicá-los logo em breve.
Este trechinho é uma conversa entre o Gato Zorro e Seu Cacá, tirado do capítulo 2.
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Quando entrei, ele estava lá, no mesmo local.
- Agradecido pela preocupação. Eu estava realmente com fome. Traz essa comida pra cá.
Eu levei a comida, mas o choque de vê-lo falando novamente me atordoou. Eu já estava confortado pela idéia de que tinha delirado na noite anterior. Mas estava acontecendo de novo.
- Não se acanhe. Sente aí, vamos conversar – disse ele, depois de comer o pedaço de sanduíche que levei.
- E-Eu ainda estou me acostumando com isso. Não tem cabimento um negócio desses, um gato falando.
- Tantas coisas na vida não têm cabimento, e ninguém se importa.
- Acho que estou enlouquecendo.
- Você nunca esteve tão são. Seus questionamentos são uma demonstração disso. Eu sei das suas dúvidas, dos seus medos. Das coisas que lhe afligem. Você não é o único, porém a maioria nesse mundo não está nessa situação. E você até sente inveja dos que vivem por viver, que não perturbam a mente com dúvidas e questionamentos.
- Pois sim, tenho pra mim que essas pessoas vivem mais felizes.
- Cada pessoa tem seu tempo. Assim como as crianças, que não viram adultas de repente, e quando ainda são bem pequenas não possuem preocupações, estão sempre brincando e felizes. Porém, elas não possuem discernimento para decisões, têm de ser sempre guiadas por seus pais, não podem se virar sozinhas. Não possuem a liberdade de um adulto.
“E mais tarde, quando as descobertas do mundo começam a ser feitas por essas crianças, começam também a surgir as responsabilidades, os conflitos. Muitos dizem: ah, como gostaria de voltar a ser criança, que bons tempos eram aqueles. Mas se fosse para escolherem, tenho certeza que não queriam realmente voltar àquele tempo, vivenciar tudo novamente, ficar dependentes dos adultos e tudo o mais.
Da mesma maneira parece-me você, desejando ter o mesmo nível de consciência do mundano, de quem vive ao deus-dará, de quem não tem e não busca compreensão das coisas e por isso se revolta com a vida quando algo parece não dar certo, não aceita, e precisa de repetidas lições idênticas, batendo sempre na mesma tecla, para que possam realizar internamente uma mudança de consciência”.
- Eu não sabia que um gato tinha tanto conhecimento das coisas dos homens.
- A minha forma manifestada não interfere na minha consciência do mundo.
-Então você não é um gato.
- E o que te pareço então? Minha forma não é de um gato, por acaso?
- Sim, mas me parece que é só a forma. De gato, além da forma, você não tem nada.
- E você, de homem, além da forma, tem o quê?
- Ora, não sei!
- Sua própria consciência pode alterar a realidade manifestada. E a minha manifestação está intimamente ligada a você. No futuro um novo ramo de estudo da ciência vai te ajudar a compreender isso melhor: A Física Quântica.
- Ah, e enquanto o futuro não chega, vou ficar pensando que inventei tudo isso?
- Quanto mais você se preocupar com a minha forma, menos você vai aproveitar de nossa conversa. No momento em que sua mente se libertar desse conceito, você estará pronto para iniciar o desenvolvimento de um novo estado de consciência.
- Como é que eu vou me acostumar com um danado de um gato falante?

Julho 17th, 2007 at 0:25
Quando sente-se que a forma e o causual, distorce ofato a mera programaçao sem expectaçao. no caso um filme sem foco pois é como se o fato ja fosse cosomado,e na grande busca muitos coisas ainda nao entõa completa; respeitando seu abstratismo relevante, capaz de traduzir meras canalizações conceituais. Vamos supor que exista a luz en modo e desidade.forma de pensamento/eletricidade que uma vez praticada compoem-se em reação fidedigina. favorecendo-se de uma compusão alastreião-se estados de fagulhas conceitual, formando algum de grande compreenssão.
Fevereiro 9th, 2008 at 19:44
Érika, achei excelente sua iniciativa e acho que a história está se desenvolvendo muito bem.Desde que li o livro “Ilusões” de Richard Bach que tenho vontade de escrever algo do gênero. Meus parabéns.(obs: o Casimiro fará questionamentos sobre Deus? a imagem que criamos…o que criaram pra nós…)
Abril 23rd, 2008 at 13:41
eu não vejo a hora de ser postados outros capitulos para eu poder ler. os q já estão on line eu já li e todos os dias do uma olhada se já tem mais algum para eu baixar. Eu amei. obrigada